Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, junho 20, 2006

Acácias

O único silêncio que oiço é o das acácias, serenas, quentes, índicas. Nelas me deito contigo e nesta suprema vertigem das madrugadas, escrevemos o jeito das corolas que se abrem e se fecundam sem fim.

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