Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, junho 20, 2006

Carícia

Passo a mão assim, sente como ela te ancora, afagando docemente o ventre do que me és.

1 Comments:

  • At domingo, julho 09, 2006 8:25:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Poeta meu!
    Tuas mãos...carícias...passa tuas mãos assim;...deixa que me sinta assim...âncorada em ti;...ah! homem-poeta de mim!...deita teu corpo assim...ventre de me...ama-me completamente...assim!

     

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