Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, junho 24, 2006

Côncavo do que sonho

Olha! no côncavo do que sonho
Pergunto-me como te invento no sim
E ao tentar saber onde te ponho
Descubro sempre que dentro de mim

E neste frémito dos dedos
Ao horizontar-te no acontecer
sou tudo menos os medos
Oh!, no espasmo de te pertencer

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