Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, junho 16, 2006

Cópula

És a areia da praia
Sou o mar
Somos a cópula
De cada dia
Nos dias sonoros
Guardados
Nos búzios
Que encostamos
Ao ouvido
Das noites sem fim

1 Comments:

  • At domingo, julho 30, 2006 7:03:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu bem querer!
    Quanto bom...areia ser
    ter meu mar - amar
    sem o medo...de te perder;
    àgua selada
    guardo-me calada
    ouvindo...no ventre da concha fechada,
    a sonoridade que vem de ti
    prenunciando tua chegada;
    Como um rio que rompe a barragem
    chegas então...violento e calmo
    ama-me...sou-te...
    solta-me...após delírio
    para depois retornar
    em teu livre curso
    de Paz com a vida!

     

Enviar um comentário

<< Home