Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, junho 11, 2006

Deixa-me

Deixa-me habitar-te
Saciado e definitivo

1 Comments:

  • At sábado, junho 24, 2006 6:59:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    meu poeta...com teus escritos já há muito habitas meu ser...roubastes meus sonhos e sonos das madrugadas...és o possuidor das chaves de acesso entre o mar e o que está além deste...então...porque pedes para deixar? já não te pertenço?...vem...!

     

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