Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, junho 25, 2006

Doce almadia dos meus sonhos

Nesta noite bela profunda tentacular
Dispo madrugadamente a tua capulana
E os meus dedos modelam o teu corpo
Lentos como ondas quentes e cálidas
Cada parte, cada recanto, cada gruta
E cada célula te vou sentindo ânsia
Tensa fremente quente húmida
Gesta crescente do clímax
Proa aguda do nascer do dia

Eis-nos completos doces totais
Tapo-te acaricio-te o sono
Dorme bem eterna amante
Doce almadia dos meus sonhos

2 Comments:

  • At segunda-feira, junho 26, 2006 4:13:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu Poeta...Amante!...Vê,...a madrugada já despida,vive em delírio erótico;...Sente,...não é o sereno que humedece teu corpo,...mas,líquidos lãnguidos de desejo em chamas...Vem!...nem sono tenho!...Sonho...que hoje vens!...Vem!!!

     
  • At segunda-feira, junho 26, 2006 4:20:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu Poeta...Amante!...Vê,...a madrugada já despida,vive em delírio erótico;...Sente,...não é o sereno que humedece teu corpo,...mas,líquidos lãnguidos de desejo em chamas...Vem!...nem sono tenho!...Sonho...que hoje vens!...Vem!!!

     

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