Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

segunda-feira, junho 26, 2006

Espreita

Espreita, deita-te neste desejo que te dou
É simples, custa apenas o tempo do sonho
Quando deitada acordares, saberás que vou
Lá onde tu és, lá onde em paixão te ponho

2 Comments:

  • At segunda-feira, junho 26, 2006 7:12:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Se disser que é lindo...
    omito o que realmente quero dizer.
    Se digo que é ...tocante...
    Não quero apenas isto dizer.
    Portanto, nada direi...
    apenas, lerei...ouvirei...
    Se algo preciso dizer,
    seja então...Parabéns!
    Realmente sabes o que fazes.
    (aqui no Brasil, popularmente diríamos: "Voce é o cara"!
    Dórica

     
  • At terça-feira, junho 27, 2006 5:47:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Poeta amante!...Na câmara do amor,eis que me é dada a quietude...da amorosidade enternecida, no enlevo temporal!...teu querer vibrante me ofusca e preenchida de emoção telúrica...respiro comunhão universal-não sinto vontade de sair...de ti!...mas o guardião me acorda, e me conduz até a próxima passgem.

     

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