Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quarta-feira, junho 21, 2006

Febre

Amo-te em tudo o que não és, tu sendo
Sou tudo o que és, sem entrar em teu ser
Beijo-te quando tu vens, não te tendo
Abraço-te, finalmente, sem te pertencer

1 Comments:

  • At sábado, junho 24, 2006 6:32:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    vem...doce amante ...sinto febre...o amor queima e arde num sonho infinito,onde só existe tua vontade...minha vontade..minha verdade...vem!Faça-me "febre".

     

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