Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, junho 16, 2006

Nas coxas da madrugada

Quando te deitaste
E eu, tenso e incriado,
Te tirei a capulana
Estou certo de que
Sentiste como
Sentem as coxas
Da madrugada:
O arrepio entre-nós
Esse espasmo
Único e final
Afagado pelo horizonte
De ti e mim

1 Comments:

  • At quinta-feira, julho 27, 2006 7:06:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu poeta!
    Quando...
    enfim me deitas
    nas coxas da madrugada,
    sinto,a maciez deste corpo teu-meu
    cálida noite nos cobre
    neste hálito teu-meu...
    sussuras palavras quentes
    espasmos eloquentes teu-meu...

    Quando...
    então te deitas
    e adentras coxas minha,
    sentes...madrugada em vinha
    Uva,já então estou
    faz-me vinho...meu Senhor,
    nesta noite...
    nesta coxa...
    nesta madrugada,
    De Amor tua-minha!!!

     

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