Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, junho 25, 2006

Âncora

Sou vento, sou chuva, vou e venho de cada vez
Sou o frémito dos sonhos, o arrepio de cada estar
Mas um bom deus também âncora me fez
E assim acabo sempre por te preferir habitar

1 Comments:

  • At segunda-feira, junho 26, 2006 7:28:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Doce Poeta!...serei tambem vento e brisa,para teu corpo tocar de leve...sem que presintas minhas intenções...serei o vento da primavera,a brisa mansa,suave e silênciosa...em teu corpo farei carícias,com o meu silêncio,preencherei espaços...e os teus cabelos,assustarei de leve;não serei lembrança...nem saudade...serei presença viva...serei verdade...serei Vento!...serei Brisa!

     

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