Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, junho 20, 2006

No dia

No dia em que
Tiveres sido capaz
De furtares à lógica do comum
O comum dos sentidos
Eu ter-te-ei criado
Na erecção aguda
De cada uma das
Minhas palavras

1 Comments:

  • At quarta-feira, julho 26, 2006 9:35:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu doce Criador!
    Já cantei cirandas,
    já brinquei de esconde-esconde
    já furtei flores em jardins vizinhos,
    já rabisquei com giz amarelo
    postes e muros,da minha e de outras ruas...
    Assisti êxtasiada a lua linda,
    beijar avenida estreita da minha infância;...já..já..já...!
    Ciranda...Cirandinha...!
    O tempo passou...
    fiquei grande!...bem grandinha!...
    Vi com tristeza,meu mundo sumindo
    máscaras caindo...sonhos fugindo...
    O tempo me fêz Mulher!
    Pensamento distinto...
    sonhos?...ainda os tenho!
    quero ser beijada...
    como a rua era beijada,pelo reflexo da lua linda!
    quero o doce crepúsculo...
    sonhadora bruma...
    do amar-te amante...nos seios do horizonte!
    quero a logicidade,dos loucos e santos...
    para então poder ser livre...
    e poder estar em-ti,
    sem censsuras...sem cobranças...
    sendo-te assim amor
    "louca e santa"...
    Quem?...senão voce?...há de me julgar?..."Liberdade...aqui estou!"

     

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