Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, junho 27, 2006

Pedido

Não sou poeta, sou apenas um amante das palavras. Porém, gostaria de publicar um dia os filhos desse amor, estes “poemas”. Peço-vos, assim, que critiquem o que aqui vos ofereço, está bem? Muito obrigado.

4 Comments:

  • At quarta-feira, junho 28, 2006 6:32:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Caro Sr: Não és poeta?o que és então? vê...teus "filhos" já parídos,possuem asas,voam libertos ao encontro "daqueles",feito tu,são amantes...das palavras!..."eu",em especial...tuas palavras...!"delicioso poeta dos meus sonhos"!

     
  • At quarta-feira, junho 28, 2006 11:46:00 da tarde, Anonymous Cássia said…

    Meu caro poeta (sim, o és)!!!
    Teus versos abrigam uma imagem poética eivada de erotismo e sentimento que fascina e seduz - fazes amor com as palavras.
    Vemos nascer uma antologia...Que privilégio!!!

     
  • At quinta-feira, junho 29, 2006 2:44:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Você está a introduzir na poesia moçambicana (e universal) um estilo que ninguém até agora tinha explorado tão profunda e originalmente: o do amor total expresso com uma extraodinária beleza e elegância, com uma linguagem muito sua. Já o conhecemos como cientista, faltava agora conhecê-lo como poeta. Prossiga, por favor.

    Um leitor moçambicano

     
  • At sexta-feira, junho 30, 2006 4:26:00 da tarde, Anonymous Paula Rejane. said…

    É incrível o poder que tens de manipular palavras de nos remeter a uma viagem em sonhos, fazendo com que o erotismo, seja tão doce, suave e puro como uma delicada rosa.Nos fazer sonhar e viajar em palavras é privilegio de poucos, então diria que não és menos que especial... És um completo poeta!!

     

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