Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quinta-feira, junho 29, 2006

Que nos somos

Com os lábios
te folheio
o ventre doce
teu destino
de seres
quem habita
a minha alma
e é assim
no zénite
de nós
opressos
e finais
que nos somos
encostados
ao horizonte
inventam as abelhas o pólen
beijam as rolas o nascer o dia

1 Comments:

  • At sábado, julho 01, 2006 6:08:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    ...se a morte não me "roubar" de ti...amarelas rosas irão florecer...ti envolverei em mimos...de nada mais deves carecer;...queremos a poesia,o verso doce...que os jasmins perfumados...nos encontrem ainda juntos;...não quero o outono...folhas secas ao chão...não quero a separação!...oh! bela visão...diz-me não é miragem?...vejo-o amante!...alfa de mim mesma!!!

     

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