Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quarta-feira, junho 21, 2006

Rio sem margens

Fecham-te a porta?
Inventa uma ponte.
Bloqueiam-te a ponte?
Defende-te com sonhos.
Agridem-te os sonhos?
Recria os seres humanos.
É isso impossível?
Torna-te deusa ou deus.
Não deixam?
Recomeça o circuito,
Sê o rio sem margens.