Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, junho 25, 2006

Sente

Sente como este sonho, rio sem margens, táctil e persistente, acaricia docemente os lóbulos dos teus sentidos e o ventre do teu doce dormir.

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