Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, junho 30, 2006

Ó sonho índico!


Ó bela mulher
Dançarina de tufo
Ó mulher de
Tantas culturas
Tanto sangue
Diverso uno
Que te esgueiras
Noite dentro
Litoral doce
Coqueiro atento
Lenta primeiro
Rápida
De madrugada
Ó mulher de
Adágio lento
À tarde
Allegro vivo
De madrugada
No compasso
Entorpecente
MexequeMexe
Dos tambores
Ó mulher do tufo
Ó mulher de
Lenço branco
Na mão
Capulana fina
Musiro protector
Ó bela mulher!
Ó sonho índico!

1 Comments:

  • At sábado, julho 01, 2006 7:10:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Homem...a tua espera...em madrugada,sou adágio,em sol menor...para cordas e orgãos!...sentidos...quando vens!...danço..."a dança dos espíritos abençoados"...Orfeu da minha vida!...teus braços,meus abraços...minha boca,tua boca procura...encontro...minha rendição; perdida...mudo o rítmo...sou agora ardor,fogo e paixão!...em teu compasso,entorpeço...mexoquemexo...gemesquegemes...te enlouqueço meu senhor!...te faço amor...eu sou amor...eu sou a flor...sinta-me...assimmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!

     

Enviar um comentário

<< Home