Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

segunda-feira, junho 26, 2006

Teu violão

Teu violão, teu condão
Densa, lenta, subtil, tua alma flui doce em cada corda
Vertigem suprema, arrepio da noite

Teu violão, teu condão, meu coração
Deixa-me ser-te o acorde final
Neste exacto e puro momento

1 Comments:

  • At terça-feira, junho 27, 2006 6:45:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Adorável Poeta!...Cedo a viagem interior..Músculos,orgãos,sentidos...em endelével torpor.Nas cordas do meu violão,contemplo extasiada tua majestosa construção,gloriosa criação, da mente das mentes,eterno senhor...maior é o meu amor.Suave convite,sedução estranha,me convida a me entranhar em mim mesmo...sutíl pulsação.Vem...toca-me...sejas meu acorde...mas...espera..toca-me mais...não faças agora,...o acorde final!

     

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