Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, junho 24, 2006

Vem

Vem
Torna macia a esteira
Deixa-me respirar-te os seios
Na carne dos sentidos
Nos dedos que te percorrem
Nesta tarde juvenil

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