Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, julho 02, 2006

Clímax


Folheio
docemente
os teus sentidos
um a um
sublinho-os
devagar
ressalto uns
deixo outros
de reserva
para depois
os sublinhar
E assim
toda a noite
eu te leio
releio
anoto
para
madrugada
chegada
ler a
tua última
a mais bela
página
no clímax

1 Comments:

  • At domingo, julho 02, 2006 11:23:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Poeta!...Sentir...tuas mãos folheando-me,sinto-o assim...arrancando-me pétala por pétala,peça por peça...em completo torpor!...abandonada em ti,em teu entorpecimento já estou...oh!madrugada,quanto doce tua chegada!!!

     

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