Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quarta-feira, julho 05, 2006

Colho-te


Vou ao horizonte
e colho-te
a um tempo
quente e fresca
rija e dúctil

A ti
eterna subversão
dos meus sentidos

1 Comments:

  • At quinta-feira, julho 06, 2006 9:43:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Venerado Poeta...
    Sim amante meu
    tambem eu
    colho no horizonte
    um laurel bendito...!
    encontremo-nos lá então...
    não é preciso marcar hora...
    nossa hora é intemporal...
    tu sabes!..."nos somos"!
    subversão sentida...contida...
    no "ai de mim"..."ai de ti"...
    no toque, que não se perdeu,
    acendeu...chama de mim - de ti...!
    entreguemo-nos então...sutíl detenção!

     

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