Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

segunda-feira, julho 10, 2006

Corola matutina


Era o cacimbo dos sentidos que te humedecia as comissuras dos lábios e os seios cor de pudor quando teu colo se abriu num arrepio de corola matutina com a brisa dos cabelos.

1 Comments:

  • At terça-feira, julho 11, 2006 8:45:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Oh!Cálice Noturno!
    Sendo tua boca,sinônimo de cacimbo...afirmo-te homem!És a humidade destes lábios meus;...comissuras entreabertas,em súplicas,clama! - cálice teu!...embriaga-me no vinho,na flor,na totalidade do sentir agora;...meus seios acompanham meu colo...abrem-se em cor-carmin do "pecado"...que faz de mim...alguma coisa:...assim!...assim!!!

     

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