Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, julho 14, 2006

Deixa-me ser-te rio


Vem revem meu amor
Não te ausentes de mim
Não me desabites agora

Oh não, não me deixes
Ser-te apenas soleira
modesta fímbria de ti

Vem revem meu amor
Deixa-me ser-te rio
ser o meu-teu Zambeze
Caudaloso permanente
Entre tuas coxas
minhas margens
Oh meu amor-leito

1 Comments:

  • At sábado, julho 15, 2006 9:53:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Poeta-Amante,
    Não o desabitei no agora...nem mesmo me ausentei à hora;...sempre em-ti estive...sempre em-mim estivestes;...não ouvistes amor meu?...não sentistes?...te falei baixinho...meus gestos tambem falavam baixo...te sentindo!...enquanto ti-homem-rio...caudalosamente desembocava,...permanente,prazeirosamente...por entre minhas coxas...abrindo-as...vagarosamente...deliciosamente...em tamanha ousadia;...sabias serem tuas - pedaço de mim,onde sempre...acolhido estás;...fez-me leito invadindo-me,humedecendo-me,molhando-me,regando-me...em líquídos teus;...já em cópula...deliramos,gememos...extasiados...explodimos;...em gozo nirvânico...explicação do mundo?...só agora amante...posso partir em total plenitude...expirante!...logo mais voltarei...serei...estarei;...esperando tua outra invasão...onde cada vez mais...êxtase maior,me propicía.
    Oh!meu homem...meu amor-rio!

     

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