Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, julho 18, 2006

Em tua tomada


Vê comigo como o sol se põe
sente comigo como tudo parece ir
no ser e no deixar de ser repentino
neste sempre complexo sendo a ser
mas ressente como em tua tomada
nesta vertigem repentina e quente
eu sou sempre a tua ficha sôfrega
e nos tornamos ontem hoje amanhã
neste nocturno e infinito amplexo
a faísca fantástica de sermos tu-eu

Vá meu amor suicidemos os fusíveis!

1 Comments:

  • At sábado, julho 22, 2006 7:25:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Doce Poeta meu!
    "Vi-me ao fechar os olhos...duvidei um só instante...espaço...espaço!
    Senti teu braço...abraço!
    Muralha de sol...vibra,respira,ondula...
    Em nosso eterno vir-a-ser;
    Relâmpagos afiados...afinados...em cada faísca alada...lançada no espelho da lua;...reflexo do ser tu-eu!
    Fúsiveis...onde estão os fusíveis amor meu?...nada nos foi interrompido...até senti teu braço-abraço...nossa corrente,tudo ultrapassou!...
    Ignóbil fúsivel...Queimou!"

     

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