Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quarta-feira, julho 19, 2006

Moldura

Estás aqui nesta moldura verde
Passo as mãos pela tua ausência
Encosto a minha alma ao teu regaço
Desabotoo lentamente o teu perfil

Deito-me finalmente no passado
Agarrado às mãos do teu sorriso
Em mais esta madrugada fria

3 Comments:

  • At sábado, julho 22, 2006 6:34:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu eterno Poeta!...ouve o meu grito:
    "Te percuto céu...terra,tambem te percuto;
    Deus...oh!Deus em te,não percuto...
    em súplicas,rogo-te...arranca-me desta verde moldura,...faz-me flauta doce,tambores em batuques,...faísca e trovão-anunciação;...deixa sorrir o meu amor;...tuas mãos em minha ausência,deixa "ele" passar não!
    Permite o meu amor...deitar em meu "rio" acordado-água morna cristalina.
    Deus!meu Deus!...faz meu riso,dormir o meu amor,...nesta madrugada em leito quente...assim tão somente... pensa amor...estou presente!!!"

     
  • At domingo, julho 23, 2006 3:15:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Que bom você te voltado, anônima.
    Seus poemas-respostas já fazem parte do alma deste Lugar dos Sonhos.

    Uma leitora. ;)

     
  • At domingo, julho 23, 2006 11:17:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Este o segundo poema "triste" aparecido nos ultimos dias, o poeta anda triste?
    kate

     

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