Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, julho 02, 2006

Pau-preto


Sabes
quando desnudo
o meu coração
e o deito
em teu ventre
sinto tudo forte
na vida
sinto-me
pau-preto

2 Comments:

  • At domingo, julho 02, 2006 7:17:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Querido Poeta!...em cada vinda tua,"ai de mim"...estou toda nua...coloca teu peso sobre mim...que,cada vêz mais próximo...se insere ainda mais profundamente...distende a vibração da comoção...consome-me diante da ternura do toque!!!

     
  • At domingo, julho 09, 2006 2:49:00 da tarde, Anonymous Marco A Linhares said…

    Este poema
    Anonima
    Tem na essência
    A mais pura palpitão
    De um ser que vibra
    Muito vivo
    Com as energias
    Dos seus calores
    Despertando ternura
    e muita emoção

     

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