Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quinta-feira, julho 06, 2006

Sê minha muchem


Sim, claro, querida, todos sabemos o que é o amor. Uma palavra, uma interpretação, sentimento, conjunto de actos, efervescência, pico dos sentidos, coisas assim. Mas poucos sabem que nenhum amor, aquela coisa espamódica que vai-vem entre o coração e o baixo-ventre, sobrevive à formiga muchem do tédio. No dia em que não te espantares, no dia em que não sentires o espasmo, a vertigem, serás, definitivamente, o morro das formigas muchem saciadas com o teu devorado vai-vem.
Vá, doce transgressão, sê minha muchem, serei tua presa!

1 Comments:

  • At sexta-feira, julho 07, 2006 9:48:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    "Não Querido...não!!!
    nem todos sabem o que é o amor.
    Eu não sabia...não sentia...pensei até...que só existia...em versos e prosas!E...só agora...quando a contingência teima por ceifar minha vida...ENCONTRO-TE!
    Quizera eu alcançar o tempo...
    ser tua muchem,...seres minha presa,...mas não há de nada ser...o que mais importa neste instante...tempo..ou momento,...não levarei lamento...nem tão pouco tormento...levarei alento...levarei amor...e uma certeza...encontrei enfim...minha FORTALEZA!!!"..."Ode a ti...homem da minha vida!"...(toma...é tua...esta outra flor amarela!)

     

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