Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, julho 08, 2006

Saudades


Quão estranha é esta vida, minha princesa!
sabes, sinto saudades não quando te deixo
mas quando te encontro, no agora ter-te
é como se, diante de um belo sonho,
eu não o tivesse tido por o ter tido.
Quão estranha é a vida, princesa,
quão ausente é a tua presença!

Mas, também, minha doce princesa
quão belo este sentir-te duas vezes!

1 Comments:

  • At domingo, julho 09, 2006 5:39:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu Saudoso Poeta..."seremos pedreiros nesta construção:vida"...tendo,como lastro de sustentação o amor...um amor fati,um amor na forma de flor...uma flor com todos os olores revestida.Seremos pedreiros de uma obra enaltecida,a vida!Com toda sua grandeza e furor...construiremos uma vida com rumor,um rumor grandioso como a ínclita vida!...não admitiremos nesta vida o teu reverso,a dor,o sofrimento,a saudade qual fel.Nossa vida será construida em verso,declamado e erigido sobre o ínclito véu!

     

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