Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, julho 02, 2006

Sem dor


Todos se interrogam desde sempre sobre o amor
Todos dizem saber dos seus muitos mistérios a cor
Mas acontece que apenas eu soube e sei com ardor
Que foi graças a ti qu´um dia ele madrugou sem dor

3 Comments:

  • At domingo, julho 02, 2006 11:38:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Amante!Poeta Amante!
    A parição bendita não traz dor...assim surge o amor...belo!muito belo!...este anelo que "nos somos"!

     
  • At domingo, julho 09, 2006 2:55:00 da tarde, Anonymous Marco A Linhares said…

    Interrogo-te oh anonimo
    Como todos os mortais
    Será o amor pouco vivido por alguns
    Ou por ventura estão nos anelos os mistérios
    Ou se não a cor está na flor
    na tua cor
    Ou antes a pariçao com ardor?
    Graças a ti anonimo a madrugada resurge em dia sem dor

     
  • At domingo, julho 09, 2006 2:58:00 da tarde, Anonymous Marco A Linhares said…

    Interrogo-te oh anonimo
    Como todos os mortais
    Será o amor pouco vivido por alguns
    Ou por ventura estão nos anelos os mistérios
    Ou se não a cor está na flor
    na tua cor
    Ou antes a pariçao com ardor?
    Graças a ti anonimo a madrugada resurge em dia sem dor

     

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