Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quinta-feira, julho 06, 2006

Sempre sim


Quando à noite dormires total e calma
Sonhos te afagarão no arrepio do em mim
Eles te madrugarão das mãos a palma
Eles te pedirão que digas sempre sim

3 Comments:

  • At sexta-feira, julho 07, 2006 5:23:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Amado Amante!
    Se o célere tempo racional...abandonar-me por instantes...de certo adormeçerei...em total calmaria;mas tu...sentinela de mim...nem um pouco se afastaria;...da penúria ao desvario,de sonhar-te apenas...!
    Não...não ti dirias não!...tu sabes...és imperativo em mim!
    SIM!!!
    Que o silêncio me deixe então,recordar em tua profundeza!"

     
  • At domingo, julho 09, 2006 7:46:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Quando à noite dormires total e calma oh anonima
    Após afagada do inicio ao fim
    Sim serei sentinela presente
    de cada membro de te
    E em sonhos,
    Nãoem verdade te afagando
    Recordaremos na madrugada cada arrepio de te
    Sonolenta aindas incociente
    Abraças
    Pernaças emociona em mim
    Sempre sim

     
  • At domingo, julho 09, 2006 7:46:00 da tarde, Anonymous Marco A Linhares said…

    Quando à noite dormires total e calma oh anonima
    Após afagada do inicio ao fim
    Sim serei sentinela presente
    de cada membro de te
    E em sonhos,
    Nãoem verdade te afagando
    Recordaremos na madrugada cada arrepio de te
    Sonolenta aindas incociente
    Abraças
    Pernaças emociona em mim
    Sempre sim

     

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