Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, julho 08, 2006

Teu-em-ti


Quando deusas um dedo nos lábios e esculpes brevemente o teu-em-ti é como se entre dois gomos frescos eu me encaixasse como uma vertigem absoluta.

3 Comments:

  • At sábado, julho 08, 2006 9:31:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    "...e,os dois gomos frescos entre-abriram-se docemente...feito um convite...ao encaixe da tua boca;
    deliciosamente somos beijados...no "eu em ti"...(sob a mira das deusas),que feito servas...tornou-me uma resultante...dos mandos teus.
    Oh! doce Deus do amor!...toma-me novamente...suga meus gomos...tu sabes...são teus!!!"..."vertigens de ti...de mim!"

     
  • At sábado, julho 08, 2006 9:55:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Tao lindo poema em tao poucas palavras..
    kate

     
  • At domingo, julho 09, 2006 7:23:00 da tarde, Anonymous Marco A Linhares said…

    MEU DEUS!!!!!..
    QUEM ÉS MULHER?
    Sabendo o quanto gosto de GOMOS
    Faz-me sentir só o cheiro da fruta
    E chega mais perto
    Sem me deixar tocar
    Senti-la mais forte
    E encalorar
    Sem no entanto beijar

    Oh Deus!!!!
    Onde estão os deuses
    que me leva a vertigem deste
    Que nos estimula
    e evitar completar!!!
    Ai meu Deus

     

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