Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, agosto 11, 2006

No leito do horizonte


Em ti teço
o púlpito das manhãs
Em ti sou o milho
que o teu ventre germina
Em ti nasço
nascendo-te
neste preciso momento
em que inauguramos o futuro
no leito do horizonte
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Foto de uma escultura de Auguste Rodin

1 Comments:

  • At sábado, agosto 12, 2006 6:19:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu Eterno Poeta,
    Tecida estou
    neste templo sagrado-
    Teu corpo...homem meu!
    Ventre que te deitou...deixou...
    embrionário do mais puro e doce
    momento-tempo!
    maturação-tempo!
    Parição já se faz agora
    deste nosso amor fecundo.

    Vê amor meu!!!
    nascemos-nos...tu-em-me...me-em-ti
    onde agora o futuro está?
    O tempo não mais existe
    horizonte convida - vida!
    deito-me aqui...lãnguida
    neste leito - vida!
    Sempre...e para sempre
    oração matinal
    a espera de te.
    Vem!...Ama-me!...Vida minha
    Vem...

     

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