Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, agosto 26, 2006

No ventre deste poema


Quando passas
meu fascínio
passo estugado
silhueta estival
alongada para o futuro das noites
eu saio de mim
e te alcanço no exacto momento
em que transpões o umbral
da vertigem
com que te moldei
no ventre deste poema
___________________
Acrílico da pintora, poetisa e escultora mexicana, Cristina Ruiz.

1 Comments:

  • At domingo, agosto 27, 2006 8:00:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Poeta...Amor Meu!
    O futuro já começa agora
    no leito da madrugada
    bem-aventurada sejam nossas noites
    os encontros...teu e meu!
    Transportes delirantes...
    umbrais santificados...
    templário de sentimentos...
    atravessemos sem pressa
    da-me tua mão
    vertigem se aproxima
    teu corpo,meu corpo
    luz que reluz
    luzeiro deste momento
    exato instante
    onde o toque das tuas mãos
    molda...acaricía...vivifica
    a mulher que hoje sou!

     

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