Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, agosto 01, 2006

Vento

Sou o vento manso das savanas
Aquele que embala o restolho
E abraça o murmúrio dos dias
Não sabes quem sou
Sabes apenas que sou
No exacto momento
Em que te beijo os cabelos
Doce fugaz eterno

1 Comments:

  • At terça-feira, agosto 01, 2006 6:26:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Amante Poeta!...Vento de mim!
    Entre dias impalpáveis
    a escultura rápida do vento
    já se me apresenta,
    te sinto e antevejo
    quando ainda te prenuncías
    perco minha sombra
    encontro-a em tua boca
    beijo de amor beijado...
    enquanto fios dourados
    destes cabelos meus
    roçam e brincam
    teu rosto,ombro,olhos teus...
    beija-os amor...são teus
    estes amarelos cabelos meus
    doce sol...brilho eterno
    sempre em-ti.

     

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