Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, setembro 17, 2006

Comboios

Os comboios
são versos tristes
quando amputados de ti
neste apeadeiro que nunca te fui

2 Comments:

  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 12:23:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu tão amado Poeta,
    Assim peço aos deuses
    que nunca permita-te
    moldar-me em tristes versos
    amaldiçoados comboios...
    amputadas...as desesperanças
    de outrora
    cambaleiam perdidas
    em desertos plangentes...
    e tu,homem meu
    doce criatura...criador
    do meu amor maior
    deixa cair teus versos
    que são meus
    feito orvalho molhando grama
    que são teus
    meus sonhos de amor contido
    contigo estão
    sempre e para sempre
    eterno em-ti
    minha oração!!!

     
  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 8:07:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Mais uma vez aqui estou eu...intruza e curiosa. Confesso que nao resisto, tamanho e o espetaculo de vida que aqui presencio.Bjs

     

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