Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, setembro 17, 2006

O fim dos diques

Com as mãos construo em ti a estrada dos sentidos, os meus dedos são as tuas portagens.
A geografia dos clímaxes tem em ti o relevo fundamental.
Não, não serei estrangeiro a essa vertigem.
À sombra deste poema serei a paisagem que pedires, a profundidade que desejares, a transgressão que impuseres.
Doemos a planície à rotina e habitemos as montanhas no voo da águia inaugural.
Em cada lonjura está o fim dos diques.

3 Comments:

  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 3:09:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Querido...

    Rasgam-se os véus
    revelo-me por inteira
    nessa estrada de sentidos
    portas,portões,paixões...
    abra-me amor
    de uma só vez
    sem mesuras,
    aferra-me na geografia
    da curvatura desta minha
    tua cintura...
    adoça tua boca
    no róseo mamilo túrgido
    destes meus seios em lança
    que te chama,te alcança...
    transguida-me na totalidade
    do querer agora
    entrego-te meu tudo...sedução
    penetra-me teu todo...sensação
    Senda de prazer
    ardentes carícias
    faz-me acontecer em ti
    clímax...êxtase
    pairamos no ar
    águias já somos
    doemos tudo
    só nós nos basta
    Em cada lonjura está o manancial
    da vida que me és.

     
  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 3:36:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Querido...

    Rasgam-se os véus
    revelo-me por inteira
    nessa estrada de sentidos
    portas,portões,paixões...
    abra-me amor
    de uma só vez
    sem mesuras,
    aferra-me na geografia
    da curvatura desta minha
    tua cintura...
    adoça tua boca
    no róseo mamilo túrgido
    destes meus seios em lança
    que te chama,te alcança...
    transguida-me na totalidade
    do querer-te agora
    entrego-te meu tudo...sedução
    penetra-me teu todo...sensação
    Senda de prazer
    ardentes carícias
    faz-me acontecer...em ti
    clímax...êxtase
    pairamos no ar
    águias já somos
    doemos tudo
    só nós nos basta.
    Em cada lonjura está o manancial
    da vida que me és!!!

     
  • At quarta-feira, setembro 20, 2006 1:01:00 da manhã, Anonymous Cássia said…

    Tão belo...

     

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