Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, setembro 17, 2006

Os dedos deste poema

A leveza tensa e doce
de uma bauala* que salta
na savana extensa
está anichada nos teus rins
quando sobre eles
escrevo os dedos deste poema
_________________
*Antílope um pouco maior do que a gazela

1 Comments:

  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 1:25:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Amante...

    Com o toque dos teus dedos
    não só poemas escreves
    desenha-me com maestría
    destro que me és...
    Quando...na savana que te sou
    aninchas teu corpo febríl
    no exato espaço dos meus rins
    preenchendo-os todo de ti
    não deixando frestas ou fendas
    tudo queres de mim
    em delírio esboço sim
    sempre sim
    vem...infundir em mim
    teus-meus desejos
    tuas-minhas ãnsias
    neste poema sem fim
    todo feito de mim
    todo feito de ti.

     

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