Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, setembro 17, 2006

Os filhos da alba

É sob esta chuva
densa doce aguda
erecta na persistência
que neste quarto do horizonte
fazemos os filhos da alba

1 Comments:

  • At segunda-feira, setembro 18, 2006 6:09:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Amante Poeta Querido...

    Eternos e ternos
    serão estes nossos filhos
    lindos e belos,parídos em
    aurora...alba...dia
    após dia
    filhos faremos
    neste quarto de maná
    alimento-te homem meu...
    alimenta-me mulher tua...
    Oh! doce horizonte
    vê amante...
    flores brancas e roxas
    cobrem os manacás
    exalando suaves olores
    enquanto chuva densa
    aguça teus-meus sentidos
    eretos na persistência
    desta tão desvairada e doce
    forma de amar
    desejos já afloram à pele
    vem...
    vem amor meu...
    façamos outra criação!

     

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