Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, setembro 09, 2006

Planto-te

Planto-te em cada poro de mim
Neste campo sem fim que te sou

(repara como as rolas sabem disso
e por isso voam rés a este poema )

2 Comments:

  • At domingo, setembro 10, 2006 8:41:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Doce Poeta,Camponês de mim!
    Sob árvore frondosa
    que és...
    deixa-me dimanar em ti
    serei flor...sempre amarela
    para, neste teu
    campo meu...
    sachar teus poros
    de sutís palavras...
    cuida de mim...peço-te!
    Rega-me em versos
    com teu calor
    teu amor
    teu tudo
    teu nada...
    tudo quero de ti!
    Tenho teus mesmos vícios
    tua mesma alquimía...
    Percebes meu plantador?
    Vê amante...
    já me tornei botão
    logo,logo, flores te cobrirão
    nesta dualidade unilateral
    quero sentir-te...
    na abertura de cada pétala
    passa-me tua mão de leve...
    Enquanto rolas
    voam rés
    em total reverência...
    Meu Criador
    Sou-te!...Eterna Criatura!

     
  • At segunda-feira, setembro 11, 2006 9:58:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    A sensibilidade tambem voa res ao ler poema tao belo.Bjs.

     

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