Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

segunda-feira, setembro 25, 2006

Regaço

Desenho ao longe o último alento da fogueira
e deito docemente o rio no teu regaço

2 Comments:

  • At segunda-feira, setembro 25, 2006 10:21:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    descanca...apenas descanca e espera por ela. Bjs

     
  • At terça-feira, setembro 26, 2006 7:13:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu doce Encanto,

    A água é fria,transparente e calma
    mas...no desenho que ti me fez...
    tamanha perfeição...
    sinto tua respiração,teu fôlego,fogueira...
    alimento que tu me és...
    já agora nada mais
    frio está...nada mais!
    E,mesmo antes que te chegues
    serei teu leito amor meu,
    para onde correr no sempre
    mesma direção...
    doce e permanente
    neste regaço que te sou
    neste porto que te aportou
    te segurou
    em suaves carícias
    deixando-te assim...correndo
    m a n s a m e n t e sobre mim.
    Deita tua água agora
    nesta tua,já morna morada
    deita-te delicadamente
    sobre minha lousa florida,colorida
    em musgos macios...
    deixa-me ornar teu corpo
    em tatuagens digitais
    dos versos que te fiz em prosa
    minhas mãos,minha boca,meus desejos
    hão de perpetuar, viver no sempre
    não só de ti...não só de mim...
    mas...neste todo
    que somos nós,
    neste cenário
    nesta água
    neste regaço
    nesta fogueira
    Sou-te tambem esteira
    lembra-te homem-rio?

    (Responda-me amante meu,porque em cada desenho que me faz, águas e céus ficam com um azul mais intenso?)

     

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