Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, setembro 02, 2006

A vida

Quando nas longas jornadas dos trilhos do amor
quantas vezes duras tantas vezes indecisas
subimos os degraus vastos da alma
sempre descobrimos na palma do nosso olhar
que no muro traquina de tudo na vida

raiva temor ciúme agressão desespero

se acotovelam afinal as crianças que somos
abraçando ao mesmo tempo em seu destino
a raiva que nos gruda aos caminhos sem saída
e o amor que nos reembarca na busca de ambos

A vida é este ser de nos sermos
como, sente lá, um desenho atónito
e sempre acabado no seu inacabado

2 Comments:

  • At domingo, setembro 03, 2006 7:59:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Oh! Doce Poeta/Amante

    O caminho avança o passo
    o mundo é grande
    e a sede de mergulhar no azul é maior.
    Atalaia destes mais altos degraus
    não sucumbiremos a insensatez
    de sentimento estéril,
    escondeu-se detrás
    deste muro traquina da vida
    para então deixar
    amor destemor confiança carícia
    calmaria...tocarem-se afinal...
    Amantes somos,somos amantes
    abandonados em desejos...
    abraçemos este nosso destino agora.
    O amor que nos gruda
    na unilateralidade desta busca
    faz inócuo todo processo ínclito
    esteriotípia do que somos...
    A vida é isto homem meu
    sente lá,uma paisagem etérea
    sempre terminada no centro
    do teu olho...
    olha-me...sinta-me...
    inacabado sentimento...
    este nosso teu-meu!

     
  • At terça-feira, setembro 05, 2006 9:59:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    cumplice.Bjs. Tuchamz

     

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