Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, outubro 29, 2006

Memória

Docemente me deito na memória
docemente apago ao longe a última réstea da luz da tarde
docemente recosto a cabeça na saudade de ti

1 Comments:

  • At quarta-feira, novembro 01, 2006 7:41:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu sempre amado Poeta,

    As cortinas de dobras milenares
    vão-se abrindo, uma a uma.Por primeiro, visitas o reinado em cada réstea da luz existente em cada tarde...de que virá momentos sublimes.

    Ora avistas o final de um tempo de ouro...
    que longo imaginávamos...e, tão breve foi...
    dele restando, apenas, a memória
    e o sonho vão de um vão renascimento.

    O reino que escolhemos fora uma ilha
    de amor,concórdia, paz,desejo..., onde a equidade pôde fazer tão livres...os iguais...que somos
    nós.

    Mas...Oh! cercada estava de mil perigos...o nosso sonhado reino-ilha...

    Não está de tudo perdido ainda amante...
    estou em ti...instante a instante
    não te deites em memória...peço-te!

    Acendas todas as luzes e verás meu reflexo...amplexo que te espera
    para que repouse teu corpo...minha morada
    não em saudades...
    em vontades...de ti
    Vem...
    Vem que te quero agora...

    (Vamos amor...vem comigo descobrir outro reino-ilha...proteja-me homem meu...sê minha fortaleza...e verás, sentirás...este amor...imenso amor que só eu sei!)

     

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