Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, outubro 31, 2006

Sou-te na savana

Assalto a lonjura para te roubar os seios
aos teus cabelos encosto a carícia fluvial
com os braços do vento sou-te na savana

1 Comments:

  • At segunda-feira, novembro 06, 2006 5:13:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Amante poeta meu,

    Não podes roubar um pertence teu...
    mas, a expressão singular que domina tua palavra, é a intensa,
    maravilhosa,impressionante evidência de extrema e absoluta
    sabedoria...
    que desperta em meu espírito
    um sentimento...
    um sentimento inefável.
    Teu cabelo grisalho é como que um arquivo do passado, e os olhos ainda mais cinzentos são as sibilas
    do futuro...que te sou.

     

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