Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, outubro 21, 2006

Vem comigo

Vem comigo ver nascer o dia
vem comigo acordar o sol
vem comigo inaugurar as acácias
vem comigo beijar o Índico
vem comigo desenhar as andorinhas
vem comigo soltar a âncora dos sonhos
vem vem comigo comigar este futuro

2 Comments:

  • At segunda-feira, outubro 23, 2006 5:17:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu amor meu Poeta,

    Pássaro azul, pássaro azul regresse.
    Meus olhos não conseguem te alcançar.
    O teu corpo se perde entre mil outros na altura dos céus a deslizar...

    Pássaro azul,pássaro azul regresse,
    venha entre os meus dedos se aninhar.
    Teu corpo me pertence inteiro
    não posso te seguir, não sei voar...

    Pássaro azul
    audaz, cantante, altivo
    no imenso céu do meu viver tristonho
    em vertigens deslizas
    e o pensamento meu anuvia e atormenta
    qual pesadelo ou sonho.

    Que estreitos desejos interligam
    a visão do teu vulto no infinito
    desassombrado ao mudo
    mundo meu?
    Que cintilantes, púrpuras promessas
    me fazem vislumbrar os teus volteios
    pássaro azul incorpóreo distante
    numa distância próxima da minha?
    Que me detém a lágrima no rosto
    e essa ãnsia de viver e amar?

    A ilusão de aprisionar-te um dia
    ou o medo de nunca te alcançar?

     
  • At segunda-feira, outubro 23, 2006 5:46:00 da manhã, Anonymous Anónimo said…

    Meu amor meu poeta,

    Irás.
    Irei.Ficarei.Qualquer coisa eu aceito.
    Há um destino marcado quando nós nascemos.
    Cumpriste o teu?
    O meu é mais severo.
    Ter-te escravo em peito meu!

     

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