Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sexta-feira, novembro 17, 2006

Joana a mamana

Uma bacia com carvão
a capulana
a criança nas costas
o sol em cheio
a espera dos clientes
Joana a mamana
encostada a mais um ponto de interrogação


[Há poemas cujo fim é sempre o começo]

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