Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, novembro 28, 2006

Para Júlia

Lá onde agora estás, Júlia, que os deuses te protejam para sempre. O que aqui escreveste, aqui continuará. Até sempre, poetisa! Paz à tua alma.

3 Comments:

  • At terça-feira, novembro 28, 2006 10:50:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Poeta,
    palavras curtas sobre a morte que sao mais um breve poema de eternizacao da vida.
    As palavras e quem as cria nao morrem, quando ficam gravadas dentro em quem as le.

     
  • At sexta-feira, dezembro 01, 2006 6:33:00 da manhã, Anonymous Isabela said…

    Caro Professor Carlos,
    Eu, em nome da família da nossa querida Julia agradeçemos tão belo gesto da sua parte.Muito obrigada.Ela está em paz profunda, seu semblante era suave e trazia nos lábios um leve sorriso .Parecia que dormia apenas, e sonhava com anjos e fadas.Estava linda, muito linda!

     
  • At sábado, dezembro 09, 2006 8:43:00 da tarde, Anonymous Sergio B.Campos said…

    Maravilhosa poetisa!Maravilhosa mulher!Maravilhosa menina eterna!Seus poemas eram doces e de uma força tão grande, que era possível até mesmo ver a transparência da tua alma.Dorme Anjo, e a noite escreve no céu mais poemas;Todas as noites meu olhar vagueia procurando teus versos...

     

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