Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

sábado, dezembro 16, 2006

Mar-te-ei

Quando ontem eu te chamar
quando hoje eu te for amanhã
quando amanhã neste momento te sentir
sabe minha querida vertigem
que em cada sonho dos barcos
nos quais oceanoamando-te embarquei
te esperarei nos portos que te fui
mar-te-ei em cada cais de mim

Deixa-me ser-te
Alma-me

3 Comments:

  • At sábado, dezembro 16, 2006 5:21:00 da tarde, Anonymous Gabi Ninck said…

    Homem,
    neste momento que somos hoje
    senti teu chamamento
    estava eu tão distante
    envolvida em olhares outros
    que por instantes, segundos apenas
    me distanciei de ti
    vertigens não mais sentirás
    em porões de mundos haveremos
    por todo um sempre de embarcar
    em mornas, gélidas, quentes e doces noites-dias,luas-sóis
    Não precisa esperar-me em portos
    que me fostes
    Não precisa repetir nada do que foi dito, feito, sentido...
    Quero-te por demais revestido do novo, revestido do oceano em que inda haveremos de inaugurar...
    Em cada cais que te serei!
    (Se queres o meu amor, tanto quanto, quero eu o teu...acostuma-te, EU SOU...a multiplicidade das paixões, revelações contínuas,em cada amanhecer de mim.Descubra-me lentamente,e só então poderás:
    Ter-me
    ser-me
    em completo abandono
    de almas livres e sentimentos soltos...
    Presos,nas razões que ainda não descobri

     
  • At sábado, dezembro 16, 2006 8:06:00 da tarde, Anonymous Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Quando ontem me chamares
    Meus sentidos te entregarei de imediato
    Sem porquês te responder
    Quando hoje me fores amanha
    De imediato me amanhecerei em ti
    Nos primeiros raios desse belo dia
    Pois como sempre,
    Nesse momento te serei como
    Frases soltas dos poemas teus...
    Vertigem tua
    Vertigem sempre te serei
    Na eternidade dos viveres da saudade
    Te esperarei em cada porto, em cada horizonte
    O teu desembarque esperarei ansiosa
    Em cada porão serei luz e paz
    Para que tua travessia até mim seja doce
    Seja plena como a chegada que nos aguarda
    Seja certa e sem prazeres antecipados
    Apenas os esperados...
    Mar-te-ei também como vela solta ao vento
    Num êxtase ansiado não te deixarei ser-me
    Porque ser-me é perder-te, mas sim apenas aceitarei
    Que te sejas sendo-me numa partilha total
    Que se tornara de imediato um encontro de almas
    Sendo assim poeta digo-te apenas
    Almo-te...sempre!

     
  • At domingo, dezembro 17, 2006 2:35:00 da manhã, Blogger Aut said…

    Este amor entrelaçado ao Tempo, aqui registrado em poemas, é dos mais lindos e impressionantes que há...
    Dá-nos mais de beber, poeta!

     

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