Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Moldura

Na moldura deste poema
encaixo a saudade que me és

(Agora segura a foz de mim)

2 Comments:

  • At terça-feira, dezembro 12, 2006 7:55:00 da tarde, Anonymous Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Sou-te saudade sem te ser,
    E nessa moldura
    me encaixo sem esforço.
    Na foz de ti...
    Aprenderei,
    a segurar-te apenas
    Na vontade de nós.

     
  • At quinta-feira, dezembro 14, 2006 9:39:00 da manhã, Anonymous Gabi Ninck said…

    Homem,
    arranca-me desta moldura
    deste poema
    desta saudade que te sou
    não suporto o aprisionamento
    a liberdade é a minha perdição
    perdida...encontro-te
    emoldurada...não posso voar
    e, como posso tua saudade espantar?

    (Vem...pronta estou para tua embocadura)
    (Vem...pronta estou para desaguar em ti minha corrente)
    (Vem...pronta estou para descobrirmos um novíssimo paraíso,oceano,rio...)
    (Vem...eu sou o ponto ainda não descoberto...sou a terra ainda não semeada...)
    (Vem...te seguro,enquanto não me soltares)
    (Vem...te espero no horizonte de nós dois)
    (Vem...não é preciso marcar hora,sabemos nossa hora)

    (Agora segura a explosão de mim)

     

Enviar um comentário

<< Home