Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

quinta-feira, março 15, 2007

ficar em ti


nunca me deixes só e aqui
mas se esse for o meu destino
que tu me deixes em desatino
deixa-me então ficar em ti

6 Comments:

  • At sexta-feira, março 16, 2007 1:51:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Me encantas sempre!
    Continuo fã dos teus poemas
    que são sempre viajens ao
    paraiso.
    Deixar-te só? jamais!
    Estás em mim, como em ti estou.
    Dórica

     
  • At sexta-feira, março 16, 2007 4:00:00 da tarde, Anonymous sentimentos said…

    Em mim vives e jamais sairá a não ser que você não queira mais me amar...

     
  • At domingo, março 18, 2007 5:59:00 da manhã, Anonymous Gabi Ninck said…

    Querido Homem Poeta,

    Sozinho nunca ficarás
    tens a mim
    tens minha vida
    toda em tuas mãos
    que escreve em poesias
    tristezas que te deixei
    por tambem em ti senti
    algo que minha mente - malícia
    soprou em ventania - imaginação

    Teu destino está escrito
    em minha destinação
    por isto faço canção
    melodias e poesias
    letras traçadas
    sem régua ou compasso
    e neste ritmo que estamos indo
    afirmo-te:
    Já de muito em mim está.

     
  • At domingo, março 18, 2007 9:42:00 da tarde, Blogger Sara said…

    EU sempre estive em si.

     
  • At segunda-feira, março 19, 2007 2:25:00 da manhã, Anonymous amando... said…

    "Nunca me deixes só e aqui,mas se esse for o meu destino,que tu me deixes em desatino,deixa-me então ficar em ti"
    Carlos Serra
    Faça de suas palavras as minhas!!!

     
  • At segunda-feira, março 19, 2007 10:08:00 da tarde, Anonymous Mar said…

    O destino faz-se, tal como se trabalha para a solidão. O desatino atina quando a fixação nele desperta do exagero. É infrutífero pedir a alguém para ficar nele. Ninguém controla o papel do outro em si. Isso é que era.

     

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