Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

domingo, março 18, 2007

onde moram as rolas?


abotoo a tristeza
com o último resto
da cacimba
que sobrou da noite

diz-me:
onde moram as rolas?

5 Comments:

  • At domingo, março 18, 2007 4:29:00 da manhã, Anonymous Gabi Ninck said…

    Homem amor Homem,

    Desabotoe esta tristeza
    e joga fora todo o RESTO

    Contigo agora estou
    sem ser resto ou protesto
    cacimbo do presente
    sim...tudo entendi
    umedece-me...umedece-me
    de fortes verdades
    e leves serenos
    carícias e transparências...

    Nesta hoje noite linda
    onde nada nos sobrou
    sei que sou
    TUA maior vontade
    TUA saudade
    que joguei aos ventos dos dias perdidos...sentidos...
    em simples aparências
    nas razões que me fizeram crer
    qual fé em divindidades

    Cega...tão cega fui
    como pude não perceber?
    Nosso ELO perene e forte
    existe...resiste
    às noites frias escuras
    de qualquer tempo ou estação
    em solidões que bem sabemos
    tamanha dor deste sofrer

    Meu olhar descortinado
    pode agora ver
    onde moram de verdade
    as rolas que alçam vôo
    celebrando em revoada
    RE-ENCONTRO, RE-CONQUISTA

    Diz-me agora tu:
    Qual trança do destino incerto fez-se elo em nó nos dado?

     
  • At domingo, março 18, 2007 9:38:00 da tarde, Blogger Sara said…

    eu sou a rola. Volto a abotoa-lo para sempre dentro de mim, meu amado Carlos. Vc nao me conhece, mas eu o conheco.

     
  • At domingo, março 18, 2007 11:28:00 da tarde, Anonymous sinceridade said…

    Com toda certeza ela mora dentro do seu coração...lugar onde acredito estar!!

     
  • At segunda-feira, março 19, 2007 2:53:00 da tarde, Anonymous Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Digo-te:
    Moram
    Na chuva
    No sol
    Na música
    No poema
    Na emoção
    No total
    No mar
    No único
    No infinito
    No espasmo...
    Em razões desconhecidas onde só elas sabem pousar.

    Repara: Elas estão sempre onde eu amo-te e onde me amas. Na esteira furtiva dos sonhos.

     
  • At segunda-feira, março 19, 2007 2:55:00 da tarde, Anonymous Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Digo-te:
    Moram
    Na chuva
    No sol
    Na música
    No poema
    Na emoção
    No total
    No mar
    No único
    No infinito
    No espasmo...
    Em razões desconhecidas onde só elas sabem pousar.

    Repara: Elas estão sempre onde eu amo-te e onde me amas. Na esteira furtiva dos sonhos.

     

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