Diário de um poeta

Aqui, onde os sonhos possuem as madrugadas e seguem em frente no arrepio do destino destes poemas de amor. Fica comigo, porque estou contigo poemando-te. Se por acaso eu não estiver, sabe que sempre estou e te estou. Sou uma vertigem no-em-ti.

terça-feira, maio 15, 2007

o direito

assiste-me o direito
de inventar os rios
de esculpir a chuva
de fabricar as savanas
de madrugar as impalas
de tatuar os instantes
de marijuanar o futuro

2 Comments:

  • At quarta-feira, maio 16, 2007 3:14:00 da tarde, Blogger Vertigem said…

    Poeta dos meus sonhos,

    Nesse direito de quem nada impõe
    consiste-me a vontade...
    de me reinventar nos rios, ser margem
    de me reesculpir na chuva, estar líquida
    de me refabricar nas savanas, ser galho
    de me remadrugar como impala, estar galopante
    de me retatuar instante, ser momento
    de me marijuanar no futuro...
    Ser tua
    inconsciente, inconsequente, permanentemente, vertiginosamente e tudo mais que rime com ETERNAMENTE TUA!

     
  • At sábado, maio 19, 2007 10:13:00 da tarde, Anonymous Anónimo said…

    Que então reine o teu DIREITO:
    De fazer-me tua...com efeito
    nas criações, canções...
    No esculpir dos dias, das noites,
    nas madrugadas de amor,
    em que te penso, sinto e te venero;
    Ai! como te quero e te preciso!
    Fabrica nas savanas, em meio, em esquerda, em direita...uma cabana
    Onde possas tatuar em meu corpo
    as marcas das tuas digitais
    não só em instantes de lua cheia
    mas...no sempre deste futuro
    que já hoje...antevejo! ADORO-TE!!!

    8/13

     

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